
O show gratuito da Shakira neste sábado 02/05, na icônica Praia de Copacabana, já é tratado como um dos maiores eventos da história do Brasil — e tudo gira em torno dela.
Segundo um estudo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e da Riotur, a apresentação pode movimentar até R$ 800 milhões na economia, impulsionando diretamente setores como turismo, hotelaria, transporte, alimentação e comércio. Esse cálculo considera, principalmente, o fluxo massivo de visitantes e o tempo de permanência na cidade. O estudo aponta que visitantes estrangeiros devem gastar, em média, R$626,40 por dia, enquanto turistas nacionais, R$547,30 por dia. E os moradores locais têm um gasto diário estimado em R$141,75. A projeção aponta também, que turistas internacionais fiquem 4 dias no Rio, e nacionais, 3 dias, o que eleva a circulação de recursos durante o período do evento.
A expectativa de público é gigantesca: cerca de 2 milhões de pessoas, transformando o show em um espetáculo de escala global — algo que poucos artistas no mundo conseguem protagonizar.
E esse impacto não acontece por acaso. Shakira vive um dos momentos mais fortes da sua carreira, com a turnê Las Mujeres Ya No Lloran World Tour, que já quebrou recordes e movimentou economias por onde passou, gerando aumento no turismo, ocupação hoteleira e consumo local — um fenômeno que especialistas já chamam de “efeito Shakira”.
O evento faz parte do projeto Todo Mundo no Rio, que vem transformando Copacabana em palco de megashows históricos. Para comparação:
Madonna (2024): R$469 milhões gerados
Lady Gaga (2025): R$592 milhões
Shakira (2026): projeção de até R$ 800 milhões
Ou seja: tudo indica que Shakira não só vai manter o nível — ela pode superar todos os recordes anteriores.
Além disso, o evento conta com forte investimento público (cerca de R$ 15 milhões), reforçando a estratégia da cidade de usar a música como motor econômico e turístico, atraindo visitantes do Brasil e do mundo.
Mas, acima dos números, existe o principal: o impacto cultural. Shakira é uma artista que atravessa gerações, conecta diferentes países e transforma cada apresentação em um evento coletivo. E em Copacabana, diante de milhões de pessoas, isso ganha uma dimensão ainda maior.
Não é só um show. É um marco. E mais uma vez, o mundo inteiro vai olhar para o Rio — por causa dela.






